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Ah, sim... a rejeição.
Velha conhecida. Parceira da solidão, do abandono e da traição.
Ela sempre volta em pequenas dosagens, sempre que dou espaço. O que, hoje em dia, é raro.
A cada nova visita, o intervalo até a próxima parece aumentar. Ainda assim, é incrível que eu continue tentando.
É como cravar a lâmina em mim mesmo, sabendo que vou sangrar.
Ah, a rejeição...
Ela desperta memórias que eu nem lembrava de ter e traz de volta sensações capazes de me desmontar.
O mais curioso é que ela nunca chega de forma tranquila. Sempre explode. Direto e fundo no meu peito.
E eu me pergunto... até quando?
- Gabriel Oliveira
September 14, 2026
10:17 AM